sexta-feira, dezembro 25, 2009

Broa Polonesa

Broa Polonesa



1 kg de farinha de centeio (usei meio kg de farinha integral)
300 g de fubá de milho (usei o fubá branco)
1 colher (sopa) de sal
1 colher (sopa) de banha (usei 2 de azeite)
1 colher (sopa) de fermento de pão
500 g de batata (inglesa ou doce) cozida e amassada
Água até dar ponto (não sei se é o correto mas a massa fica meio molinha)

Misture todos os ingredientes secos. Ferva a água e faça a polenta (usei 300ml de água), depois misture-a à massa da broa juntamente com a batata. Misture muito bem. Deixe a massa descansar e crescer na bacia por 2h. Coloque em forma untada, polvilhe fubá por cima e deixe crescer novamente. Coloque em forno quente e deixe assando por aproximadamente 1 hora.

Fonte: receita fornecida por Vitória Knapik, de Araucária, PR

segunda-feira, dezembro 14, 2009

Charles G Finney - 1792

"A maior necessidade de nossos dias é poder do alto." - Charles Finney
"O milagre do avivamento é bem semelhante ao de uma colheita de trigo. Ele desce do céu quando crentes heróicos entram na batalha decididos a vencer ou morrer - e, se for necessário, vencer e morrer. 'O reino dos céus é tomado por esforço, e os que se esforçam se apoderam dele.'" - Charles Finney
(Citações do livro "Por que tarda o pleno avivamento" por Leonard Ravenhill)

Charles Grandison Finney nasceu no dia 29 de agosto de 1792, um ano após o falecimento do John Wesley, na cidade de Warren, no estado de Connecticut, EUA. A sua família não era religiosa, e o jovem Finney foi criado sem nenhuma formação cristã. Aos 26 anos ele começou a trabalhar num escritório de advogacia na cidade de Adams, e freqüentou uma igreja, apesar de achar que as orações daqueles crentes não estavam sendo respondidas.
No dia 10 de outubro de 1821, enquanto ele orava sozinho num matagal, Finney experimentou uma poderosa conversão. Mais tarde no mesmo dia, ele foi batizado no Espírito Santo, numa experiência que ele relatou na sua autobiografia:
Mas assim que me virei para me sentar perto do fogo, um poderoso batismo do Espírito Santo caiu sobre mim inesperadamente. Nada esperava, tudo desconhecia daquilo que se estaria passando comigo. Nunca havia sequer imaginado que tal coisa existisse para mim, nunca me recordo de alguma vez haver ouvido uma pequena coisa sobre tal coisa. Foi de todo uma coisa absolutamente inesperada. O Espírito Santo desceu sobre mim de maneira que mais me parecia trespassar-me e atravessar-me de todos os lados, tanto física como espiritualmente. Mais me parecia uma corrente electrificada de ondas de amor. Passavam em e por mim, atravessando-me todo. Mais me pareciam ondas e ondas de amor em forma líquida, uma torrente de vida e amor, pois não acho outra maneira de descrever tudo aquilo que se passou comigo. Parecia-me o próprio sopro de vida vindo de Deus. Lembro-me distintamente que me parecia que esse amor soprava sobre mim, como com grandes asas.
Não existem palavras que possam sequer descrever com a preciosidade e com a quantidade de amor que fora derramado em meu coração. Eu chorava de alegria profunda, urrava de amor e alegria! O meu coração muito dificilmente teria como se poder expressar de outra forma. Aquelas ondas sem fim passavam por mim, em mim, através de todo o meu ser. Recordo-me apenas de exclamar em alta voz que pereceria de amor se aquilo continuasse assim por muito mais tempo. Mas mesmo que morresse, não tinha qualquer receio de qualquer morte em mim presente. Quanto tempo permaneci neste estado de coisas, não sei precisar. Mas sei que muito tarde um membro do coro da igreja entrou nos escritórios para me encontrar naquele estado de coisas. Eu era então líder do coro e ele viera falar comigo sobre algo. Ele era um membro da igreja. Entrou e achou-me naquele estado de espírito de choro e lágrimas. Perguntou-me logo se estava bem. "Sr. Finney, o que se passa com o senhor?" Não conseguia responder-lhe uma palavra nesse preciso momento. Perguntou-me se estava com dores ou algo assim. Recolhi todo o meu ser o mais que pude e disse-lhe que não tinha qualquer dor, mas que estava tão feliz que não conseguia viver.
Ele esgueirou-se rapidamente e saiu dali. Voltou com um dos presbíteros da igreja. Ele era um homem de feições muito sérias. Sempre que estava em minha presença, mantinha-se em vigilância absoluta, resguardando-se a ele próprio de mim. Nunca o havia visto rir-se sobre algo. Quando entrou, perguntou-me como me estaria a sentir. Comecei por lhe contar. Mas em vez de me dizer alguma coisa, deu-lhe um ataque de riso tão grande que não tinha como impedir de se rir muito à gargalhada e bem alto do fundo do seu coração!
A notícia da conversão de Finney espalhou-se rapiamento na cidade, e na noite seguinte ele deu seu testemunho na igreja, começando assim um avivamento naquela cidade:
De qualquer modo, todos foram direitos ao local das ditas reuniões de oração. Eu também me dirigi para lá de imediato. O pastor da igreja estava lá, tal como praticamente todas as pessoas da vila. Ninguém parecia com disposição para empreender a abertura da reunião. A casa estava repleta e ninguém mais cabia lá. Não esperei que alguém me convidasse para discursar e comecei desde logo a falar. Comecei por dizer que agora sabia que a religião era vinda de Deus pessoalmente...
Eu nunca havia orado em público. Mas logo o Sr. Gale [o pastor da igreja] tratou de remediar a questão, assim que terminara o seu discurso. Ele chamou-me a orar, o que fiz com grande liberdade de espírito e com largueza e abertura de coração. Aquela noite obtivemos uma reunião improvisada impar e bela. E a partir dali, não houve noite sem reunião de oração e isso durante muito tempo depois. A obra de Deus espalhava-se para todos os cantos e direções.
Finney começou reuniões de oração com os jovens da igreja, e todos foram convertidos. Depois ele foi visitar seus pais, e ambos foram tocados poderosamente por Cristo. Finney continuou tendo experiências poderosas e sobrenaturais com Deus, e passou a gastar muito tempo a sós com Ele em oração e jejum. Ele começou a pregar, primeiro nas pequenas cidades e aldeias, e depois nos grandes metrópoles, e muitos foram poderosamente convertidos.
Ele entendeu a necessidade de comunicar o evangelho com simplicidade, usando ilustrações e linguagem apropriadas ao povo. Seu estilo de pregação atraiu muito oposição dos outros ministros:
Antes mesmo de me haver convertido, eu tinha em mim uma tendência distinta desta. Eu aprendia a escrever e falar com linguagem muito ornamentada. Mas quando comecei por pregar o evangelho de Cristo, a minha mente apoderou-se duma certa ansiedade em ser entendido por todos os que me tivessem como ouvir. Era urgente e expediente ser bem entendido. Estudei vigorosamente para encontrar e descobrir meios de persuasão que não fossem nem vulgares nem vulgarizados, mas também os quais fossem bem assimilados e que explanassem todos os meus pensamentos com a maior das simplicidades de linguagem, pois o alvo era ser entendido, salvar e não aceite pela opinião publica. Esta maneira de ser e estar no púlpito era opostamente agressiva à ideia comum entre o meio ministerial e as noções da altura, pois não aceitavam esta nova maneira de empreender e viver as verdades. A respeito das muitas ilustrações das quais fazia uso, muitos me perguntariam: "Porque não ilustra as coisas através dos eventos histórico-sociais duma maneira mais dignificante?" Ao que eu respondia sempre que quando trazia uma ilustração que ocupava as mentes das pessoas, então elas nunca davam nem a devida atenção, nem a importância à verdade que essas ilustrações pretendiam encerar e implantar nos corações e nas vidas pessoais de cada um que me ouvia. Eu não tinha como objectivo que se lembrassem da ilustração nem de mim, mas sim da verdade da ilustração contida em si e em mim.
Numa vila perto da cidade de Antwerp Finney pregou ao povo reunido na escola, e sua pregação foi interrompida por um grande mover do Espírito Santo:
Falei-lhes durante algum tempo, mas quinze minutos depois de estar a falar sobre a sua responsabilidade pessoal diante de Deus, constrangendo-os ao arrependimento, de repente uma seriedade abismal apoderou-se daqueles rostos antes irados, uma solenidade fora do vulgar. Logo de seguida todas as pessoas começaram a cair nos seus joelhos, em todas as direções como que caindo dos seus assentos, clamando por misericórdia a Deus. Caso tivesse uma espada em minha mão, nada de igual havia de conseguir com efeitos parecidos e tão devastadores. Parecia que toda a congregação estava ou de joelhos, ou prostrados com o nariz no chão gritando por misericórdia logo ali. Numa questão de dois minutos toda aquela congregação estaria de joelhos a clamar. Cada um orava por si próprio, aqueles que tinham como falar.
É obvio que tive de parar com a pregação, já que ninguém me prestava mais atenção. Eu olhei e vi aquele velhinho que me endereçou o convite para pregar ali, sentado a meio da sala, olhando à sua volta muito perplexo, muito atônito com tudo aquilo. Levantei a minha voz muito alto, quase gritando, para que me ouvisse e perguntei-lhe se sabia orar. Ele de imediato caiu de joelhos e implorou por aquelas almas em agonia, entre a vida eterna e a morte. A sua voz era forte e todo o seu coração estava sendo derramado diante do Criador do mundo. Ninguém o ouvia, ninguém ali prestava qualquer atenção às suas palavras. Logo comecei a falar com algumas pessoas que clamavam assustadamente a Deus, para que me ouvissem e prestassem atenção. Eu dizia: "Olhem, ainda não estão no inferno! Deixem-me assinalar-vos o caminho para Cristo!" Por alguns instantes eu queria trazer-lhes o evangelho, mas não conseguia a sua atenção sequer. Todo o meu coração palpitava e exultava de tal modo que me controlei com muito custo para não gritar de alegria por toda aquela visão celestial, dando glória a Deus. Assim que tive como controlar meus sentimentos, debrucei-me diante dum jovem que estava ali perto e muito atarefado a orar por ele mesmo. Pus minha mão suavemente em seu ombro, atraindo a sua atenção e pregando-lhe Jesus ao ouvido em sussurro. Assim que captei a flecti a sua atenção para a cruz de Cristo, ele creu, acalmou-se, aquietando-se estranhamente pensativo durante um minuto ou dois, para logo de seguida irromper numa oração dedicada por todos aqueles aflitos, ali mesmo. Fiz o mesmo com um e outro com os mesmos resultados. Depois mais um e mais outro até que chegou a hora em que eu haveria de sair dali para cumprir com um outro compromisso na vila.
A 5 de outubro de 1824, Finney casou-se com Lydia. Ele a deixou para ir buscar seus pertences em Evan Mills, esperando estar de volta em uma semana. No outono anterior, Finney pregara várias vezes em Perch River. Um mensageiro foi procurá-lo, pedindo para pregar mais uma vez em Perch River porque Deus estava dando um reavivamento. Finney prometeu visitá-los na noite de terça-feira. Deus operou tão poderosamente que Finney prometeu outro culto na noite de quarta-feira, depois na de quinta, e outros mais...
O reavivamento estendeu-se até uma grande cidade chamada Brownsville. O povo dali insistiu para que Finney passasse o inverno. No começo da primavera, Finney preparou-se para voltar para a esposa. Ele teve de parar para ferrar o cavalo em Rayville. As pessoas o reconheceram e correram ao seu encontro, insistindo para que pregasse pelo menos uma vez ali. Finney anunciou então uma reunião à uma hora da tarde. Uma multidão se formou ao seu redor. O Espírito Santo veio em poder e eles suplicaram que Finney passasse a noite na cidade. Ele pregou naquela noite e o fogo de reavivamento continuou queimando. Pregou então na manhã seguinte e teve de permanecer mais uma noite, já que Deus estava operando tão profundamente. Finney pediu a um irmão cristão que levasse seu cavalo e trenó à sua esposa e lhe contasse os fatos. Eles estivam separados há seis meses. Finney continuou pregando em Rayville mais algumas semanas e a maioria do povo se converteu.
Wesley L. Duewel - O Fogo do Reavivamento
Até sua morte em 16 de agosto de 1875, aos 82 anos, Finney continuou sendo usado por Deus como um poderoso instrumento de avivamento nos Estados Unidos e na Inglaterra. De 1851 a 1866 ele foi diretor do Oberlin College, onde ele ensinou 20 mil estudantes.
No seu livro 'O Fogo de Reavivamento', Wesley Duewel conta sobre um avivamento que aconteceu numa escola secundária, provavelmente em 1831:
Um cético tinha uma grande escola secundária em Rochester. Inúmeros estudantes foram às reuniões de Finney e ficaram profundamente convencidos de sua necessidade de Criso. Certa manhã depois de as reuniões terem continuados por duas semanas, o diretor encontrou tantos alunos chorando por causa dos seus pecados que mandou buscar Finney para instruí-las. Finney atendeu e o diretor e quase todos os alunos foram convertidos. Mais de quarenta estudantes do sexo masculino e vários do sexo feminino vieram a tornar-se mais tarde ministros e missionários.
E falando sobre este avivamento na cidade de Rochester, Wesley Duewel resuma:
Anos mais tarde, o Dr Henry Ward Beecher, ao comentar esse poderoso reavivamento e seus resultados, declarou: "Essa foi a maior obra de Deus e o maior reavivamento da religião que o mundo já viu em prazo tão curto. Calcula-se que cem mil indivíduos se uniram às igrejas como resultado desse enorme reavivamento." No período entre 1831 e 1835, mais de 200.000 foram convertidos.
De acordo com o promotor de Rochester, o avivamento naquela cidade resultou numa diminuição de dois terços na índice de criminalidade, mesmo com a população da cidade triplicando depois do avivamento.
Finney foi instrumental no grande avivamento de 1857 a 1858 dos 'grupos de oração', que espalhou-se por dez mil cidades e municípios, resultando na conversão de pelo menos um milhão de pessoas. Somente entre janeiro e abril de 1858, cem mil pessoas foram salvas nestas reuniões de oração ao meio-dia. (Fonte: Pr Paul David Cull)

segunda-feira, outubro 05, 2009

Moedas Antigas com o nome de Jose Biblica





Al líder egípcio Daily 'Relatórios-Ahram': Moedas da Era da Bíblia Joseph encontrados no Egito

De acordo com uma reportagem publicada no diário egípcio Al-Ahram, por Wajih Al-Saqqar, arqueólogos descobriram moedas antigas do Egito com o nome ea imagem do José bíblica.

A seguir estão trechos do artigo: [1]

"Versículos do Corão que indicam claramente que moedas eram usadas no Egito no tempo de José"

"Em uma inédita encontrar, um grupo de pesquisadores e arqueólogos egípcios descobriu um esconderijo de moedas do tempo dos faraós. Sua importância reside no facto de fornecer provas científicas decisivas refutando a alegação de alguns historiadores que os antigos egípcios não estavam familiarizados com moedas e conduziu o seu comércio através de escambo.

"Os investigadores descobriram as moedas quando peneirado através de milhares de pequenos artefatos arqueológicos armazenados no [os cofres do] Museu do Egito. [Inicialmente] tomaram para si a encantos, mas uma análise aprofundada revelou que as moedas que tinha o ano em que foram cunhadas e seu valor, ou efígies dos faraós [que governou] no momento de sua cunhagem. Algumas das moedas a partir do momento em que José viveu no Egito, e ter o seu nome e retrato.

"Costumava haver um equívoco que o comércio [no Antigo Egipto] foi realizada através de permuta, e que o trigo egípcio, por exemplo, foi trocado por outros bens. Mas, surpreendentemente, os versículos do Alcorão indica claramente que as moedas eram usadas no Egito, no tempo de Joseph.

"Investigação cabeça a equipe do Dr. Sa'id Thabet Muhammad disse que durante sua investigação arqueológica sobre o Profeta Joseph, que tinha descoberto nos cofres do [Egito] Autoridade de Antiguidades e do Museu Nacional de muitos encantos de várias épocas, antes e após o período de José, incluindo um que tinha o seu efígie como o Ministro da Fazenda na corte do faraó egípcio ...

"Dr. Sa'id Thabet acrescentou que ele examinou os sarcófagos dos faraós muitos em busca das moedas usadas como amuletos ou ornamentos, e que ele tinha realmente encontrado tais moedas antigas do Egito. Este [encontrar] levaram os pesquisadores a procurar e encontrar versos do Corão que falam de moedas usadas no antigo Egito, [como]: 'E eles venderam ele [Joseph ou seja], por um preço baixo, um número de moedas de prata, e eles não atribui qualquer valor a ele. [Alcorão 12:20]. " [Também] Qarun [2] diz sobre o seu dinheiro: "Este tem sido dada a mim por causa de um certo conhecimento que eu tenho [Alcorão 28: 78]."

"... Os estudos têm revelado que o que mais Arqueólogos levou para um Took tipo de charme, e outros para uma Ornament ... Na verdade é uma moeda"

"Segundo o Dr. Thabet, os estudos são baseados em publicações sobre a Terceira Dinastia, uma das quais afirma que a moeda egípcia da época era chamado de deben e valia um quarto de um grama de ouro. Essa moeda é mencionado no uma carta escrita por um homem chamado Thot-nehet, um inspector real das pontes do Nilo. Nas cartas a seu filho, ele mencionou leasing terras em troca de deben-moedas e produtos agrícolas.

"Outros textos da época da Terceira Dinastia, a Dinastia Sexta e XII dinastia mencionar uma moeda chamada Shati ou sentado, cujo valor foi igual à do deben. Há também um retrato de um mercado egípcio mostrando ser efectuadas através do comércio permuta, mas um dos vendedores põe a mão, pedindo que o comprador de um deben em troca de mercadorias.

"Estudos realizados pela equipe do Dr. Thabet revelaram que a maioria dos arqueólogos que levou para uma espécie de encanto, e outros tomaram por um enfeite ou adorno, é na verdade uma moeda. Vários [fatos levaram a esta conclusão]: primeiro, [o fato de que ], muitas moedas tenham sido encontrados em vários [sítios arqueológicos] e também [o fato] que são redondas ou de forma oval, e tem duas faces: uma com uma inscrição, chamou o cara inscritos, e uma com uma imagem, chamado o rosto gravado - assim como as moedas que usamos hoje.

"O achado arqueológico também é baseada no fato de que o cara tinha o nome inscrito do Egito, uma data e um valor, enquanto a face gravada tinha o nome ea imagem de um dos faraós egípcios antigos ou deuses, ou um símbolo relacionados com estes. Outro fato revelador é que as moedas vêm em diferentes tamanhos e são feitos de materiais diferentes, incluindo o marfim, pedras preciosas, cobre, prata, ouro, etc "

"500 dessas moedas eram [Recentemente] descobriu no Museu do Egito - onde foram [original] Classificado como Encantos e descuidada armazenados em caixas fechadas"

"O pesquisador também salientou que as moedas feitas de metais preciosos ou pedras normalmente tinha um buraco nelas, como ornamento de uma mulher, permitindo que eles sejam [gasto] ao redor do pescoço ou no peito. Alguns deles, que produz imagens de deuses e textos de várias orações e encantamentos, foram estimados os pertences que foram colocados nas ligações de múmias ou colocado [no peito, perto] do coração. As moedas foram em forma de escaravelho. O que fez a descoberta foi possível o facto de 500 dessas moedas eram [recentemente] descobriu no Museu do Egito, onde eram [inicialmente] classificadas como encantos e descuidada armazenados em caixas fechadas. "

"Uma moeda ... [tinha] uma imagem do Dream a Cow Simbolizando Faraó sobre o Fat sete vacas e Lean Sete Vacas"

"O pesquisador identificou moedas de vários períodos diferentes, incluindo as moedas que furam marcações especiais que os identifica como sendo da época de Joseph. Dentre essas, havia uma moeda que tinha uma inscrição nele, e uma imagem de uma vaca, simbolizando o sonho do faraó sobre as sete vacas gordas e sete vacas magras e as sete talos de grãos verdes e secos sete talos de grãos. Constatou-se que as inscrições desse período inicial eram geralmente simples, pois a escrita ainda estava em seus estágios iniciais e, conseqüentemente, houve dificuldade em decifrar a escrita sobre essas moedas. Mas a equipa de investigação [conseguimos] traduzir [a escrita na moeda], comparando-o mais antigo conhecido textos hieroglíficos ...

"O nome de José aparece duas vezes nesta moeda, escrita em hieróglifos: uma vez que o nome original, Joseph, e uma vez que seu nome egípcio, Saba Sabani, que foi dado a ele pelo faraó quando ele se tornou o tesoureiro. Existe ainda uma imagem de José, que fazia parte do governo egípcio na época.

"Dr. Sa'id Thabet convidado do Conselho de Antiguidades do Egito, e ao ministro da Cultura, para intensificar os esforços nos domínios da história do Egito Antigo e arqueologia, e [promover] a investigação dessas moedas que ostentam o nome dos faraós egípcios e os deuses . Este, segundo ele, permitiria a correção de equívocos prevalece sobre a história do Antigo Egipto ".

[1] Al-Ahram (Egipto), 22 de setembro de 2009.

[2] Este é o nome do Corão of Biblical Coré.

domingo, setembro 27, 2009

Meribá ou Refidim?

Meribá ou Refidim?


"Quando Moisés levantava as mãos, Israel prevalecia"Êx 17:11

Meribá significa contenda, murmuração. No livro de Êxodo, cap 17, é citado como sendo um lugar, situado no deserto de Sim, a caminho para o monte Horebe.Também é chamado de Massá. Recebeu estes nomes, após terem acampado ali os israelitas. O lugar é muito seco, sem fontes de água, por esse motivo, "murmuraram e contenderam contra Moisés" (v.2)

O interessante, é que Meribá, fica também em Refidim: "Acamparam em Refidim; e não havia água para o povo beber" Ex 17:1. E qual o significado de Refidim? Refrigério. Um lugar, que deveria ser de descanso, nunca de contenda. Como de descanso, se não havia água? Deus, poderia fazer jorrar água de onde Ele bem entendesse: Do céu (em forma de chuva), das rochas ( o lugar é pedregoso), do solo, enfim, água não seria problema para quem já havia aberto o mar, realizado sinais e maravilhas na terra do Egito, feito maná cair do céu. Mas... Os Israelitas, esqueceram cedo, quem era Deus. Murmuraram, reclamaram para Moisés, desejaram o Egito.

Em Refidim:"Moisés, estamos cansados da viagem, quase chegando ao Horebe, com sede. Por aqui, não tem água. Não tem problema, temos um Deus que tudo pode. Vamos nos deitar e descansar. Confiando que teremos água para beber com estes manás, que colhemos pela manhã. Não estamos em condições de cantar e dançar para Deus, mas vamos louvá-lo baixinho com orações de gratidão". Que maravilha, seria! Já vejo as fontes de água, jorrando do solo!! Não! Os israelitas, foram ingratos! Se voltaram contra Deus e o líder enviado por Ele! Refidim deveria ficar na história!!Não Meribá!!!

"Provei-te nas águas de Meribá" Sl 80:7.

Somos tão falhos, pequenos, quanta facilidade para esquecer, quanta dificuldade para lembrar. Quantas vezes, já troquei Refidim por Meribá? Quando não conhecia a Deus, muitas vezes. Deus, me fazendo mil coisas, mas, quando uma delas, não saia do meu agrado, murmurava. Pobre de mim! Miserável homem que eu era! Concentrava minha vida nas perdas, esquecia, as muitas bençãos. Mas, aleluia! Quando o amor de Deus entrou em meu coração, percebi o quanto era infiel. Rejeito Meribá. Ainda que me doa. Porque sei que O Deus que me transformou, é capaz de converter sequidão em rios correntes. Sei, que Ele, nunca, jamais me esquecerá.

"Eis que os olhos do Senhor, estão sobre os que o temem, sobre os que esperam na sua misericórdia" Sl 33:18.

Há Batalha em Refidim- Foi em Refidim, que aconteceu a primeira guerra contra Israel. Os Amalequitas tentaram destrui-los: "Então veio Amaleque, e pelejou contra Israel em Refidim" (Êx 17:8). E o que fez Moisés? Murmurou, fugiu, reclamou: "Senhor, achas pouco não ter água, ainda mando-nos estes inimigos?" Não! Moisés, reuniu forças, organizou a batalha e foi para o cume do monte. Com as mãos levantadas para o céu, e a vara de Deus, em suas mãos: "Quando Moisés, levantava suas mãos, Israel prevalecia, quando abaixava as suas mãos Amaleque prevalecia" Êx 17: 11. Como explicar a atitude de Moisés? Mãos levantadas: louvor a Deus, fé, providência. Mãos para baixo: desânimo, murmuração.

Que nome Moisés deu a Refidim? "Moisés, edificou um altar e chamou o seu nome: O Senhor é minha bandeira" Êx 7:15. Aleluia! Um mesmo lugar pode trazer vitória ou derrota. Alegria ou tristeza. Benção ou maldição. Os Amalequitas, representam nossos inimigos. visíveis ou invisíveis. E Deus falou: "Porquanto jurou o Senhor, haverá guerra do Senhor contra Amaleque de geração em geração"Êx:17:16. O que isto significa? Enquanto vivermos, enfrentaremos "Amalequitas". A boa notícia, é que de mãos levantadas, eles não prevalecerão contra nós. Ainda que por algum motivo, cheguemos a "baixar as mãos". O importante, é não permanecer de "mãos abaixadas".

Venceremos, se não nomearmos Refidim de Meribá (com murmurações e contendas). Mas, se em Refidim, edificarmos um altar"O Senhor é a minha bandeira". Amém.

Por: Wilma Rejane

Cordeiros ao meio de Lobos

Cordeiros ao meio de Lobos




Ide; eis que vos envio como cordeiros ao meio de lobos" Lc 10:3

Conhecendo os lobos: Caçam em bandos, nos quais existe uma hierarquia. Têm hábitos noturnos, marcam o território com fezes e urina. É predador e não depende de velocidade para agarrar a presa. A estratégia dos lobos, consiste na resistência. As caçadas podem durar dias. Os lobos, suportam longas caminhadas, graças a sua resistência são mais bem sucedidos que a maioria dos felinos. São, digamos, covardes, preferem caçar animais velhos, doentes, feridos e filhotes.

Sobre cordeiros: Cordeiros, são os animais, filhos de carneiros com até sete meses de idade. São docéis e mansos. Gostam da companhia dos pais e se assustam com facilidade. A carne de cordeiro, ocupa lugar de destaque na culinária mundial: Baixo teor de gordura, sabor agradável, de fácil digestão, macia e bem rosada. Que lobo não desejaria uma carne assim?

No alvo da Alcatéia:Os lobos, representam o mundo com todo seu corrupto sistema. Delimitam territórios com o excremento da injustiça. Dilaceram os mais fracos. Não se cansam de fazer o mal. Em busca de saciar o vazio da alma, fazem longas caminhadas, provocam carnificina nos becos da vida. Detestam pastos. Desejam cordeiros. Cordeiros o incomodam. Provocam apetite voraz. Teria um cordeiro chances de sobreviver sendo encuralado por uma alcatéia?

Foi assim com Cristo Jesus. Os lobos, rodearam-No, cercaram-No, até capturarem-No. Uma alcatéia enfurecida!! Mas, na Sua fraqueza, a glória! Aperfeiçoou a humanidade!! Um Cordeiro, em forma de Leão. Leão de Judá. Ele não foi vencido. Ele venceu o mundo. A alcatéia enganosa, enganada, por tantas vezes, foi deixada sem ação em Sua presença. Ele os imobilizava. Caminhou para o calvário, como uma presa, a mais preciosa e desejada pelo podre sistema. Os lobos, uivavam enquanto o levavam ao matadouro. Naquele dia, Jesus nada falou. Seu silêncio, não foi de derrota. Pelo contrário, de grandeza, poder, majestade. Ele sabia, que se não calasse, as alcatéias, dominariam para sempre. Um mundo, sem cordeiros, não seria digno, de permanecer. Eterna caçada, abundante carnificina, faria tudo apodrecer. Ele sabia! Deixou os lobos, por alguns minutos prevalecerem, para que os cordeiros reinassem eternamente.

"Eis que vos dou poder para pisar serpentes e escorpiões e toda força do inimigo, e nada vos fará dano algum" Lc 10:19.

Enviar cordeiros para o meio dos lobos, seria perigoso, não fora, o revestimento especial que recebem ao serem comissionados para adentrar em "território inimigo". No Evangelho de Mateus, Jesus diz: "Vos envio como cordeiros ao meio de lobos: portanto, sede prudentes como as serpentes e inofensivos como as pombas" Mt 10:16. Prudência e simplicidade, devem ser aliadas às características peculiares dos cordeiros: mansidão, obediência, pureza. Esse equilibrio, transforma o animalzinho indefeso em imbativel guerreiro. Ser cordeiro, em meio a lobos, é sobrenatural. De outra forma, seria mortal.

" O meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. porque quando estou fraco então sou forte" II Cor 12:9,10

O mundo espiritual é uma incógnita para o mundo natural. Na visão humana; fracos são fracos, fortes são fortes. Lobos são predadores, cordeiros, depredados. Na visão de Deus; cordeiros vencem lobos. Lobos, verdadeiramente, viram cordeiros. Fracos, são fortes.No mundo animal, lobos sempre perseguirão cordeiros. No Reino de Deus, cordeiros, são maiores e mais fortes que lobos. Mas, não se trata de uma arena, em que todos lutam por sobrevivência. Em que forças, são medidas. Se trata de uma nobre missão. Onde os mais fortes, se doam, para evitar a morte dos fracos.

Carne de cordeiro, alimenta, fortalece. Jesus, se doou. Jesus é alimento para alma dos cansados, aflitos. Quem for cordeiro, deve fazer o mesmo. Ao morrer para o mundo, se doa para Deus e para o próximo. Quanto aos lobos, estão à espreita de presa, aos bandos, famintos. O que temos para lhes oferecer? Carne de Cordeiro. Nem a minha, nem a sua. A de Cristo Jesus. Se comerem dessa carne, uma única vez, estarão saciados, eternamente. Nada de caçadas! Quando o lobo, vira cordeiro, se cumpre o Reino de Deus.

Por:Wilma rejane
Citações: Bíblia Sagrada